29 de outubro de 2014

McDonnell Douglas MD-11 realiza último voo de passageiros e marca o fim de uma era

KLM aposenta frota de MD-11 e encerra capítulo da história da aviação

Na manhã de hoje (26) a KLM encerrou seus voos com o MD-11. A empresa holandesa era a última operadora do MD-11 no serviço de passageiros no mundo.
A despedida do MD-11 da KLM marca também o fim de uma era, já que atualmente nenhum avião da extinta McDonnell Douglas realiza voos de passageiros de longo curso, apenas alguns membros da família MD-80 ainda continuam em serviço ativo.

Após cumprir o voo KL672, oriundo de Montreal, no Canada, o MD-11 tocou a pista do aeroporto de Amsterdam Schiphol, encerrando o fim de uma era. A KLM foi uma das maiores parceiras da Douglas, tendo operado praticamente todos os modelos produzidos pelo fabricante americano.
No dia 11 de novembro a KLM realizará três voos nos Países Baixos para entusiastas que poderão se despedir do último grande jato da McDonnell Douglas.

Fonte: AeroMagazine
http://aeromagazine.uol.com.br/artigo/md-11-realiza-ultimo-voo-de-passageiros_1797.html

28 de outubro de 2014

Voo MH17 pode ter sido abatido por outro avião, mas míssil terra-ar continua sendo a hipótese mais provável


Promotores holandeses que investigam a queda do voo MH17 da Malaysia Airlines na Ucrânia acreditam que a aeronave pode ter sido abatida, mas que um ataque com míssil terra-ar é hipótese mais provável, declarou um promotor veterano à mídia alemã.
O governo russo sempre afirmou ter imagens de radar provando que o Boeing 777 lotado foi atingido por uma aeronave militar ucraniana voando em suas proximidades, mas autoridades ocidentais jamais aceitaram publicamente esta hipótese.
Em uma entrevista publicada na revista Der Spiegel nesta segunda-feira, o promotor Fred Westerbeke disse que os holandeses irão pedir a Moscou que forneça informações que levaram os russos a acreditar que um avião da Ucrânia estava próximo.
Tendo por base a informação disponível, uma queda causada por um míssil terra-ar é a hipótese mais provável, mas não estamos fechando os olhos à possibilidade de que possa ter sido diferente”, teria dito ele, segundo a publicação alemã.
Estamos preparando uma solicitação de informações a Moscou... incluindo os dados de radar com os quais os russos quiseram provar que um caça militar ucraniano estava por perto”, acrescentou.
Nos dias seguintes à queda, os Estados Unidos disseram ter provas de que a aeronave foi abatida por um míssil terra-ar disparado por forças apoiadas pela Rússia ocupando o leste ucraniano, onde hoje estão os destroços.
Um relatório provisório do Conselho de Segurança holandês, que investiga acidentes aéreos, listou vários aviões de passageiros nas proximidades do voo MH17, mas nenhum avião militar que teria sido capaz de derrubá-lo.
O Boeing 777 foi abatido em 17 de julho, matando todas as 298 pessoas a bordo. Mais de dois terços dos passageiros eram cidadãos holandeses.
Fonte: Exame

27 de outubro de 2014

Empresa britânica quer substituir janelas de aviões por telas OLED (vídeo)


Um novo conceito vai atrair os corajosos – e afastar de vez quem tem pânico de viajar por vias aéreas. A companhia britânica Centre for Process Innovation (CPI) pretende remover as janelinhas dos aviões e substituí-las por telas sensíveis ao toque. Dessa maneira, os passageiros poderão observar tranquilamente o exterior da aeronave enquanto estão muito acima do chão.
O intuito é usar telas ultrafinas de alta definição OLED, as quais exibiriam os céus por meio de câmeras acopladas na parte exterior da aeronave. Dessa maneira, seria possível “voar” sobre as nuvens e ver ainda melhor as pequenas casinhas lá embaixo. Uma das vantagens em remover as janelas é que o avião também ficaria mais leve, o que reduziria o uso de combustível e diminuiria os custos de voo.

De acordo com os especialistas, cada 1% de redução no peso do avião equivale a 0,75% de economia no combustível. A ideia futurista também inclui a inserção de painéis que exibam quaisquer imagens que o cliente queira e que elas mudem apenas ao mover os olhos.
Não olhe para baixo!
O doutor Jon Heliwell, representante da CPI, informou: “Seguindo bem a lógica, vamos tirar todas as janelas – é isso que eles fazem com aviões de carga. O que os passageiros podem fazer a respeito? Pense bem, só as pessoas que costumam se sentar próximas às janelas é que vão se importar”.

As telas seriam criadas usando diodos de emissão de luz orgânico (OLED), que é uma combinação de materiais que por si só já oferecem luz própria quando ativados pela eletricidade. Segundo o doutor Helliwell, a ideia pode se tornar realidade dentro de 10 anos, assim que alguns “elementos-chave” no desenvolvimento de OLEDs forem finalizados.

“Estamos falando sobre isso agora, pois bate com a linha de desenvolvimento que eles tinham na indústria aeroespacial”, explicou o doutor.
Fonte: Mirror

Setembro, Gol e TAM perdem mercado em voos domésticos, Azul e Avianca avançam


As companhias aéreas Gol e TAM perderam participação de mercado em voos domésticos em setembro sobre o mesmo período do ano passado, enquanto as rivais de menor porte Azul e Avianca tiveram avanços de dois dígitos em suas fatias, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).
Os dados foram divulgados depois que a associação de empresas aéreas Abear e a própria Gol divulgaram dados sobre setembro e sobre o terceiro trimestre.
Segundo a Anac, a participação da TAM no mercado doméstico recuou de 39,9 por cento em setembro de 2013 para 38,1 por cento no mês passado. A fatia da Gol passou de 35,4 para 35 por cento.
Enquanto isso, a participação da Azul cresceu 4 pontos percentuais, para 17,1 por cento, e a Avianca viu sua fatia subir de 7,4 por cento para 9 por cento.
No total, a demanda doméstica subiu 3,2 por cento em setembro sobre um ano antes, "completando 12 meses consecutivos de crescimento e atingindo o seu maior nível para o mês nos últimos dez anos", afirmou a Anac em comunicado à imprensa. Já a oferta interrompeu sete meses de baixas e cresceu 1,7 por cento em setembro na comparação anual. Com o resultado do mês passado, a demanda doméstica acumulou alta de 5,4 por cento no ano e a oferta ficou praticamente estável, com oscilação negativa de 0,14 por cento no período.
A Anac informou ainda que os aviões voaram mais cheios em setembro, com a taxa de ocupação sendo recorde para o mês nos últimos dez anos, a 78,6 por cento.
Fonte: Exame

26 de outubro de 2014

Jovem que apontou laser para avião é condenado a quatro meses de detenção


O Neozelandês Jarryd Hector, de 22 anos, vai passar quatro meses em detenção especial e terá que realizar 150 horas de serviços comunitários. A pena? Ele apontou um laser para o cockpit de um avião tripulado e próximo da aterrissagem, ameaçando a vida de passageiros e tripulação.
Segundo o The New Zealand Herald, o incidente aconteceu em 2012, mas a pena saiu há pouco tempo. Possivelmente sob o efeito de drogas como maconha e álcool, o rapaz estava em uma festa na região de Musick Point quando apontou um feixe de laser na cor verde para uma aeronave Boeing 737, que carregava 113 passageiros e cinco tripulantes da companhia aérea. Segundo o piloto e o copiloto, por cerca de 30 segundos toda a equipe ficou distraída com o acontecimento, além de não conseguir olhar diretamente para o ponto de origem da luz.
O piloto noticiou o controle de tráfego, que logo chamou a polícia. Na abordagem inicial, o suspeito negou ter apontado o laser para o avião, alegando que só fez a brincadeira com amigos. Fora o serviço comunitário, a pena de Hector consiste em quatro meses de "detenção comunitária", uma punição que envolve monitoramento via GPS na residência do sujeito, além de ter que obedecer a um toque de recolher e participar de reuniões sobre uso de drogas.
E ele deu sorte: o Arstechnica aponta que um caso parecido em Fresno, nos Estados Unidos, rendeu 14 meses de prisão a um homem que apontou um laser para um helicóptero que transportava uma criança em condições graves de saúde.
  • Fonte: The New Zealand Herald/Brendan Manning
  • Arstechnica/Megan Geuss
  • 24 de outubro de 2014

    Lucro da Americana Boeing salta 18%, empresa eleva novamente projeção


    Boeing divulgou um crescimento de 18 por cento no lucro trimestral e elevou sua projeção de lucro para o ano inteiro pela terceira vez, refletindo a crescente demanda por aeronaves comerciais.
    A companhia teve lucro de 1,36 bilhão de dólares, ou 1,86 dólar por papel, para o terceiro trimestre encerrado em 30 de setembro, uma alta ante 1,16 bilhão de dólares, ou 1,51 dólar por ação, um ano antes.
    O lucro principal, que exclui alguns custos de pensão e outros, subiu para 2,14 dólares por ação ante 1,80 dólar por papel. A receita avançou 7 por cento para 23,78 bilhões de dólares.
    As entregas de aviões comerciais subiram 9 por cento para 186. Para 2014, a companhia disse esperar que seu o lucro principal fique entre 8,10 e 8,30 dólares por ação, uma elevação ante a projeção anterior de entre 7,90 e 8,10 dólares por papel.
    Fonte: Reuters

    22 de outubro de 2014

    Embraer Legacy 500 recebe certificação da FAA


    Embraer informou nesta terça-feira que o jato executivo Legacy 500 recebeu a certificação da Federal Aviation Administration (FAA), autoridade aeronáutica dos Estados Unidos, o que permite o início das operações da aeronave naquele país ou em lugares que requerem essa homologação.
    O Legacy 500 recebeu a certificação da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) em agosto e aguarda a aprovação da European Aviation Safety Agency (EASA), agência europeia para segurança da aviação, ainda este ano, disse a Embraer em comunicado.

    O Legacy 500 é um jato executivo da categoria midsize e a entrega para o primeiro cliente foi realizada em 10 de outubro. Em 2014, serão produzidas até seis aeronaves.
    Fonte: Exame

    Agência Espacial Brasileira quer estimular jovens a conhecerem projetos aeroespaciais


    A Agência Espacial Brasileira pretende estimular os jovens a conhecerem as atividades aeroespaciais e, para isso, deve abrir em seu site um espaço apresentando todos os projetos desenvolvidos por ela junto a universidades e instituições parceiras.
    Segundo a Agência, o foco da página é promover a educação, o desenvolvimento tecnológico e a formação de recursos humanos na área de engenharia espacial. O espaço online, chamado E2T (sigla para "Educação, Espaço e Tecnologia"), apresenta projetos como os nanossatélites NanosatBR1, AESP-14, Projeto Serpens, ITASat e UbatubaSat.

    "Permitir que diferentes instituições, juntamente com a AEB, possam se envolver com o programa espacial brasileiro vai fazer com que possamos aumentar o número de jovens que se interessam pela atividade espacial", afirmou o secretário executivo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Alvaro Prata.
    Fonte: Ministério da Ciência Tecnologia e Inovação

    Embraer e Comando da Aeronáutica apresentaram o KC-390 em SP

    O KC-390 é a maior aeronave já fabricada no Brasil, segundo a empresa. O evento contou com a presença do Ministro da Defesa, Celso Amorim.




    A Embraer e o Comando da Aeronáutica apresentaram, nesta terça-feira (21), o primeiro protótipo do avião de transporte militar KC-390 produzido na fábrica de Gavião Peixoto (SP). Essa é a maior aeronave fabricada no Brasil, segundo a empresa. O evento teve a presença do Ministro da Defesa, Celso Amorim. O acordo entre a Força Aérea Brasileira (FAB) e a fabricante brasileira de aviões prevê a aquisição de 28 aeronaves ao longo de dez anos - a primeira entrega está programada para 2016.

    Com a apresentação, a companhia poderá realizar testes em solo antes do primeiro voo da aeronave, previsto para ocorrer até o final deste ano. Segundo o Comandante da Aeronáutica, Tenente-Brigadeiro Juniti Saito, o KC-390 será a espinha dorsal da aviação de transporte da FAB. "Ele poderá operar tanto na Amazônia quanto na Antártica. As turbinas a jato conferem bastante agilidade à aeronave, que cumprirá todas as missões, mas muito mais rápido e melhor”, afirmou por meio da assessoria de imprensa.

    Após o evento, a aeronave vai continuar com as avaliações iniciais de sistemas e, em seguida, com o primeiro acionamento do motor, os testes de vibração em solo e demais ensaios planejados. O avião é o primeiro de dois protótipos que serão usados nas campanhas de desenvolvimento, testes de solo, testes de voo e certificação.

    A partir de 2016, os aviões vão substitutir a frota de aviões Hércules, que são usados atualmente. "Eles [os Hércules] estão fazendo 50, 60 anos e estão merecendo uma justa aposentadoria, no mundo inteiro. [O KC-390] é um avião de última geração. Eu diria que não é só o maior avião produzido no Brasil, provavelmente é o maior projeto de avião produzido no hemisfério sul. É um avião que vai ter grande importância militar, transporte de tropas, reabastecimento em voo, mas também para a Defesa Civil, para evacuações médicas, incêndios. É um grande passo que o Brasil e a Embraer estão dando e também é um passo importante em termos de cooperação internacional de uma maneira positiva", disse o ministro Amorim.

    O avião
    O KC-390 é um projeto da FAB com a Embraer para produção de um avião de transporte militar tático e reabastecimento em voo que representa um avanço significativo em termos de tecnologia e inovação para a indústria aeronáutica brasileira. Ele começou a ser desenvolvido em 2009, na unidade da Embraer em Gavião Peixoto.

    A aeronave é projetada para estabelecer novos padrões em sua categoria, com menor custo operacional e flexibilidade para executar uma ampla gama de missões: transporte e lançamento de cargas e tropas, reabastecimento aéreo, busca e resgate e combate a incêndios florestais, entre outras. "Vou dar como exemplo o vírus ebola. A partir do momento que você tem uma aeronave capaz de atender uma emergência dessa com mais rapidez, maior capacidade de carga, você consegue completar essa missão com muito mais segurança", disse o chefe do escritórios de projetos da FAB, Brigadeiro José Augusto Crepaldi.

    Com turbinas a jato, o KC-390 ppode alcançar a velocidade de 850 km/h. Uma aeronave poderá decolar de Brasília e chegar sem escalas a qualquer capital brasileira com 23 toneladas de carga, sua capacidade máxima. Nas asas, o avião poderá levar até 23,2 toneladas de combustível. Além de alimentar as próprias turbinas, também será possível fazer o reabastecimento em voo (REVO) de outros aviões ou helicópteros. É por isso que a aeronave é chamada de KC: C de Carga e o K de tanker, ou reabastecedor, em inglês. O KC-390 também terá a capacidade de ser reabastecido em voo por outras aeronaves. 

    O compartimento de carga tem 18,54 metros de comprimento, um pouco maior que uma quadra de vôlei. A largura é de 3,45 metros e a altura é de 2,95 metros. O espaço é suficiente para acomodar equipamentos de grandes dimensões, além de blindados, peças de artilharia, armamentos e até aeronaves semi-desmontadas.Também poderão ser levados 80 soldados em uma configuração de transporte de tropa, 64 paraquedistas, 74 macas mais uma equipe médica ou ainda contêineres, carros blindados e outros equipamentos.

    Produção em série
    No dia 20 de maio deste ano, a Embraer e a Força Aérea Brasileira assinaram o contrato de produção em série para a entrega de 28 aeronaves KC-390 e suporte logístico inicial. Além da encomenda FAB, existem atualmente intenções de compra de outros países totalizando 32 aeronaves. Um hangar em Gavião Peixoto foi inaugurado para a linha de montagem.

    O contrato para produção em série prevê investimento de R$ 7,2 bilhões. Mais de 1,5 mil trabalhadores se envolveram diretamente no projeto, além de mais de 50 empresas brasileiras participaram do desenvolvimento do cargueiro. A Embraer tem negociações para a venda do KC-390 no exterior. Há intenções de compra do pela Argentina, Chile, Colômbia, Portugal e República Tcheca.



    Fonte: G1

    21 de outubro de 2014

    Funcionários da Embraer iniciam greve de 24 horas a partir de hoje 21/10/2014


    Cerca de 7 mil dos 12 mil trabalhadores dos setores produtivo e administrativo da Embraer, em São José dos Campos (SP), iniciaram nesta terça-feira, 21, uma greve de 24 horas por um reajuste de 10% nos salários, ante uma proposta de 6,6% da companhia.
    A greve acontece no mesmo em que a Embraer apresenta, na unidade de Gavião Peixoto (SP), interior paulista, o protótipo do cargueiro militar KC-390.
    "Por enquanto, a greve é de 24 horas, mas amanhã (22) faremos uma votação na assembleia. Se a empresa não fizer proposta, não avançar em nada e se os trabalhadores decidirem que devem continuar, seguiremos em greve", disse o vice-presidente do Sindicato, Herbert Claros da Silva.
    Ele lembra que a data-base da categoria foi em 1º de setembro e as negociações entre os trabalhadores e a Embraer seguem há quase dois meses sem conclusão.
    A paralisação ocorre ainda no dia anterior ao pagamento da primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2014 pela Embraer. Cada trabalhador receberá um valor fixo de R$ 912,31 e mais 12,44% sobre o salário, valor considerado baixo pelo sindicalista.
    "Um trabalhador que ganha R$ 10 mil, por exemplo, vai receber pouco mais de R$ 3 mil de PLR. Na General Motors, aqui perto, com todos os problemas, a PLR é de R$ 16 mil", disse Silva, se referindo ao complexo industrial da montadora em São José dos Campos.
    Segundo o vice-presidente do sindicato, a Embraer passa ainda por um "processo de desnacionalização de seus aviões" e o próprio KC-390 seria um exemplo dessa política da companhia.
    "Muitas partes desses aviões serão feitas nos Estados Unidos e em Portugal", disse Silva. O governo federal investirá R$ 7,2 bilhões no do cargueiro militar, com a compra de 28 unidades.
    O sindicalista alerta ainda que a busca pela Embraer de componentes para os aviões em outros países atinge fornecedores da companhia na região do Vale do Paraíba. Em Jacareí, a fábrica C&D, que já empregou mais de 180 funcionários, terminará o ano com apenas 35 na produção
    Já Latecoere do Brasil, na mesma cidade, deixará de produzir a fuselagem dos Embraer 190 e 195 a partir de 2017, cujas peças virão dos Estados Unidos, e pode encerrar as atividades.
    Fonte: O Estadão