James McCready, o Piloto que morreu e voltou em menino com mesmo nome

05.12.17 - 11:29
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James, um garoto que morava no estado da Louisiana. Diz ser a reencarnação de um piloto que participou da segunda guerra mundial cujo avião foi abatido pelos japoneses em IwoJima, na data 3 de março de 1945.

Primeiros indícios

Desde os 2 anos de idade, James começará a expressar as primeiras lembranças do aviador que morreu aos 21 anos, em uma batalha da segunda guerra mundial. A primeira vez que James demonstrou ser o piloto foi aos 2 anos de idade, em seu aniversário. Ele e a mãe foram comprar um presente, James escolheu um avião, idêntico ao modelo que o aviador pilotava.

A mãe, brincando, disse que no lado inferior do avião havia uma bomba, mas o garoto discordou da mãe e disse que era o tanque de combustível. A mãe ficou assustada pelo conhecimento do garoto, cujo nunca havia sentido interesse em aeronaves. A partir daí ele começou a se interessar por aviões…

O segundo indicio iniciou na mesma noite em que James e a mãe foram comprar o presente. O garoto dizia que sonhava com o avião que ele mesmo pilotava, cair por que tinha sido atingido. Ele tinha este mesmo sonho algumas noites depois. Depois disso, ele começou a ter um interesse extremo em aviões, principalmente no qual o piloto James McCready Houston pilotava. Os pais diziam que ninguém da família tinha interesse em guerras e muito menos em aviões de guerra tanto quanto o menino.

Desconfiança da família

Por conta do grande interesse do garoto com aviões, a família o levou para visitar o museu de Aviões Kavanaugh, em Dallas, no Texas. Algum tempo depois da visita, James começou e ter pesadelos mais profundos sobre a vida de Houston. E daí em diante, as indicações sobre a vida anterior, começaram a ficar mais claras. Em um jantar, quando a mãe serviu bolo de carne, James disse que não comia este prato desde NatomaBay, um navio que lutou em IwoJima.

O pai de James, então, decidiu pesquisar o que era NatumaBay e viu que era o antigo navio da segunda guerra. O pai ficou espantado quando notou o resultado da pesquisa, pois como poderia, James, um garoto de 5 anos, saber o que era o navio sendo que ele nunca pesquisou sobre e nem mesmo existia na época. Na pesquisa, também citou que em um dos aviões que estava em Natuma era o de James McCready Jr., o tal piloto que teria reencarnado no pequeno jovem.

Assinatura de James

Quando James desenhava esboços de aviões como um gosto, ele sempre assinava como “James 3”. Bruce, pai do garoto, sempre perguntava o porquê de ele assinar seus desenhos com o número “3” no final. E o garoto, sempre com a mesma resposta, dizia ser o terceiro James. Mas o pai, ainda muito cético, não acreditava no fato de o filho poder ser o terceiro James na vida.

Mas, quando o filho resolveu fazer um desenho do avião que ele dizia ser o dele ao cair, o pai perguntou novamente qual era o avião e onde ele caiu. O garoto deu a resposta detalhada sobre como foi que o avião caiu, daí o homem passou a ter fé de que o garoto era realmente a reencarnação do aviador.

Amigos e familiares do Piloto James McCready

Os pais do pequeno James começaram a pesquisar mais fundo sobre o assunto, quando então descobriram que um amigo de Houston ainda estava vivo e que poderia dar detalhes sobre o acidente. O piloto, amigo de McCready, disse exatamente como teria sido o acidente, cujo aconteceu bem ao lado dele. Os detalhes foram tão certos que bateram corretamente com a história que o garoto descreveu, até o momento da queda do avião.

A irmã do ex-piloto foi localiza também e ela diz concordar com o fato do garoto ser a reencarnação de seu irmão. Pois o garoto, tão logo viu a senhora, disse que a conhecia e estava com muitas saudades! Ela disse, também, que desde criança o irmão tinha um extremo interesse em servir o exército na aeronáutica, e que chegou a se alistar quando teve chances.

O primo do piloto McCready concorda também que o garoto seja uma reencarnação do primo e que acreditava fielmente na possibilidade de reencarnação do primo, já que ele assinava como “James 2” em seus desenhos de aeronaves. Diz ele que a forma em que o garoto descreveu como o avião foi abatido é idêntica a explicação que foi dada aos parentes do aviador.

Livro publicado pelo pai

Bruce (o pai do menino), ao passar por esta história, resolveu escrever um livro baseando-se em sua vida e na do filho. Deixando de ser uma pessoa completamente cética e acreditando fielmente nas possibilidades, que diariamente se erguiam em sua frente.

Abaixo, um vídeo interessante sobre o artigo:

Fonte: guiacurioso.com
Arte: Ronaldo Borges / Studio08

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Piloto Comercial de Avião, formado pelo Aeroclube do Brasil, Fundador do Norte Verdadeiro, escritor nas horas vagas, aficionado por cinema, tecnologia e fotografia, completamente apaixonado por tudo que voa e pela magia de voar.